Arumã inicia-se com o desejo de criar um lugar,
de ser uma casa, e digo casa pois era para acolher pessoas que desejassem construir algo, viver uma história ou criar boas memórias.

E pensando como acolher tanta diversidade e singularidades, ela precisou ser fluida, Arumã precisou ser maré. Ao reconhecer-se maré, desde 2019, vivemos várias fases, demos grandes mergulhos nela e em nós mesmas. E depois de alguns caldos, precisamos pausar para boiar. Boiar significou olhar para cima e para dentro. Ao olhar para dentro, em 2020 Luma Flores (ex sócia-fundadora) descobriu que seu lugar era no porto, sendo parceira.

Desta forma, o barco segue sendo remado por mim, Bruna Carvalho, enfrentando novas tempestades, mergulhos e sempre levando calmaria
para os processos criativos a partir de produções conscientes, poéticas
e colaborativas através do design e das artes visuais.



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